O real brasileiro é uma das moedas mais voláteis entre as economias emergentes. Desde 2014, o dólar saiu de R$ 2,30 para mais de R$ 5,70 — uma desvalorização de quase 150% para quem tinha todo o patrimônio em reais. A diversificação cambial não é especulação: é proteção patrimonial.
Por Que Diversificar em Moeda Estrangeira? Imagine que você tem R$ 2 milhões em investimentos. Se o real se desvalorizar 30% em 2 anos (como já aconteceu), seu patrimônio em dólares cai de US$ 400 mil para US$ 280 mil — uma perda real de US$ 120 mil sem fazer nada de errado. Com parte do patrimônio já dolarizado, essa perda é compensada pela valorização dos ativos em dólar.
Quanto Alocar no Exterior? Uma regra prática usada por family offices internacionais: de 15% a 30% do patrimônio líquido em ativos dolarizados. O percentual ideal depende da sua exposição ao câmbio no negócio, das suas despesas em moeda estrangeira e do horizonte de tempo.
Como Funciona na Prática Por meio de corretoras autorizadas pelo Banco Central como Ebury, Ouribank e XP Câmbio, você realiza a remessa de recursos para o exterior de forma legal, com documentação adequada e taxas muito mais competitivas do que os bancos de varejo tradicionais (que praticam spreads de 3% a 5%).
Para Empresas: Hedge Cambial Se sua empresa importa insumos ou tem contratos em dólar, o hedge cambial (travas cambiais no mercado futuro) pode ser a diferença entre lucro e prejuízo no resultado do trimestre. Nossa assessoria estrutura operações de proteção cambial para empresas de todos os tamanhos.
Remessa com Assessoria vs Banco Tradicional Em uma remessa de US$ 100.000, a diferença de spread entre um banco de varejo (5%) e uma corretora especializada (1% a 1,5%) representa R$ 17.500 a mais no bolso — no mínimo. Multiplique isso por várias operações ao longo do ano. [Solicite uma cotação de câmbio](/cambio).
Gostou deste artigo?

