Poucas ferramentas no mercado financeiro brasileiro combinam acumulação de longo prazo com vantagem fiscal imediata da forma que a previdência privada faz. E mesmo assim, a maioria dos brasileiros com renda elevada ainda não utiliza esse mecanismo de forma estratégica.
O PGBL e a Dedução de IR O PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre) permite deduzir da base de cálculo do Imposto de Renda até 12% da sua renda bruta anual tributável. Para quem declara pelo modelo completo, isso representa uma economia real de imposto no ano.
Exemplo prático: um profissional com renda anual de R$ 200.000 pode contribuir R$ 24.000 por ano ao PGBL. Com alíquota de 27,5%, isso representa R$ 6.600 de imposto economizado — um retorno imediato de 27,5% sobre o valor investido, antes mesmo de qualquer rendimento financeiro.
O Regime Tributário que Poucos Conhecem Ao contratar a previdência, você escolhe entre dois regimes tributários: Progressivo (alíquotas de tabela padrão de IR) e Regressivo (alíquotas que diminuem com o tempo, chegando a 10% após 10 anos de acumulação). Para quem está no início da carreira ou no pico de renda, o regime regressivo é frequentemente a melhor escolha.
PGBL para Empresários Sócio de empresa no Lucro Real? O PGBL pode ser uma ferramenta ainda mais poderosa. Além da dedução na pessoa física, a contribuição da empresa ao plano de funcionários (incluindo sócios-diretores) pode ser dedutível como despesa operacional, gerando dupla economia fiscal.
A Estratégia PGBL + VGBL A estratégia mais eficiente combina os dois produtos: use o PGBL até o limite de 12% da renda bruta anual (para aproveitar a dedução fiscal). Para valores além disso, aplique no VGBL, cujo IR no resgate incide apenas sobre os rendimentos — e não sobre o total acumulado.
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